Impressiona hoje em dia a rapidez das informações e portanto, como tudo é efêmero.
Tento imaginar se os autores atuais serão lembrados daqui a cinquenta anos e se será dado o devido valor a suas obras.
Os grande clássicos da literatura são estudados nas escolas de forma muito diferente e superficial (é certo dizer que se assim não fosse nem estudados seriam!) porém, é tão fácil ter informação sobre qualquer coisa, que só não se aprofunda quem não quer.
E esse é o problema. Quem quer se aprofundar em algo?
Saber a que escola literária pertence este ou aquele autor, e o que significa cada uma delas só interessa aos vestibulandos. Tudo é muito antigo para os jovens, tão acostumados as modernidades dos smarts, Iphones, net e notes, PC's e tantas outras coisas, que ler Machado de Assis, ou ir a uma biblioteca pode ser comparado a leitura de papiros.
Não, não sou antiquada não! Adoro toda esta modernidade e não vivo sem meu netbook. A velocidade das informações nos atropela, e a vida vai passando, passando e se passa muito tempo sem ler "papel".
E acho que faz muita falta, porque aprofunda o conhecimento, instiga a mente, aumenta a criatividade.
Os livros continuam sendo editados (graças a Deus!), as livrarias hão de continuar existindo, mas, quem são os leitores? Não podemos deixar isso morrer.
Defendo os eletrônicos e adoro, mas, não desisto do papel !
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